O modelo de financiamento, fruto da joint venture Gemcorp (90%) e Sonangol (10%), combinou capital próprio e financiamentos externos de médio e longo prazo, além de uma Conta de Reserva de Serviço da Dívida para mitigar riscos. Esta estrutura, da ordem de US$ 475 milhões, cobriu tanto o CAPEX como o OPEX necessários ao arranque.
A Refinaria de Cabinda é fruto da união entre o sector público e privado, combinando eficiência, capital e expertise.
A estrutura societária reúne a Gemcorp Angola (90%), promotora, investidora e operadora do projeto, e a Sonangol (10%), fornecedora do petróleo bruto e parceira institucional e técnica.
O financiamento foi viabilizado por um consórcio internacional formado por Afreximbank, Africa Finance Corporation, BADEA, BFA e IDC (África do Sul), assegurando solidez financeira e conformidade com os mais altos padrões de ESG, incluindo auditorias externas e adesão aos Princípios do Equador.